09/10/2011

Eu vos envio...

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA O DIA MISSIONÁRIO MUNDIAL 2011
«Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós» (Jo 20, 21)

Por ocasião do Jubileu do Ano 2000, o Venerável João Paulo II, no início de um novo milénio da era cristã, afirmou com força a necessidade de renovar o empenho de levar a todos o anúncio do Evangelho «com o mesmo entusiasmo dos cristãos da primeira hora» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 58). É o serviço mais precioso que a Igreja pode prestar à humanidade e a cada pessoa que está em busca das razões profundas para viver em plenitude a própria existência. Por isso, o mesmo convite ressoa todos os anos na celebração do Dia Missionário Mundial. Com efeito, o anúncio incessante do Evangelho vivifica também a Igreja, o seu fervor, o seu espírito apostólico, renova os seus métodos pastorais a fim de que sejam cada vez mais apropriados às novas situações — inclusive as que exigem uma nova evangelização — e animados pelo impulso missionário: «A missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade cristãs, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações. É dando a fé que ela se fortalece! A nova evangelização dos povos cristãos também encontrará inspiração e apoio, no empenho pela missão universal» (João Paulo II, Enc. Redemptoris missio, 2).
Ide e anunciai
Este objectivo reaviva-se continuamente através da celebração da liturgia, em especial da Eucaristia, que se conclui sempre evocando o mandato de Jesus ressuscitado aos Apóstolos: «Ide...» (Mt 28, 19). A liturgia é sempre uma chamada «do mundo» e um novo início «no mundo» para testemunhar o que se experimentou: o poder salvífico da Palavra de Deus, o poder salvífico do Mistério pascal de Cristo. Todos aqueles que encontraram o Senhor ressuscitado sentiram a necessidade de O anunciar aos outros, como fizeram os dois discípulos de Emaús. Eles, depois de ter reconhecido o Senhor ao partir o pão, «partiram imediatamente, voltaram para Jerusalém e encontraram reunidos os onze» e contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho (Lc 24, 33-35). O Papa João Paulo II exortava a estarmos «vigilantes e prontos para reconhecer o seu rosto e correr a levar aos nossos irmãos o grande anúncio: “Vimos o Senhor”!» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 59).

03/09/2011

NOVA EVANGELIZAÇÃO...

SÍNODO DOS BISPOS

XIII ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

A NOVA EVANGELIZAÇÃO PARA A TRANSMISSÃO DA FÉ CRISTÃ

LINEAMENTA

Índice

Prefácio

Introdução

1. A urgência de uma nova evangelização
2. O dever de evangelizar
3. Evangelização e discernimento
4. Evangelizar no mundo de hoje a partir dos seus desafios
Perguntas

Primeiro Capítulo

Tempo de “nova evangelização”

5. “Nova Evangelização”: o significado de uma definição
6. Os cenários da nova evangelização
7. Encarar como cristãos os novos cenários
8. “Nova Evangelização” e demanda de espiritualidade
9. Novas formas de ser Igreja
10. Primeira evangelização, cura pastoral, nova evangelização
Perguntas

Segundo Capítulo

Proclamar o Evangelho de Jesus Cristo.

11. Objectivo da transmissão da fé: o encontro e a comunhão com Cristo
12. A Igreja transmite a féque vive
13. Palavra de Deus e transmissão da fé
14. A pedagogia da fé
15. As Igrejas locais como agentes da transmissão
16. Apresentar razões: o estilo da proclamação
17. Os frutos da transmissão da fé
Perguntas

Capítulo Três

Iniciação à experiência cristã

18. A iniciação cristã, processo de evangelização
19. Primeiro anúncio e necessidade de novas formasde discurso sobre Deus
20. Iniciar àfé, educar para a verdade
21. O objectivo de uma “ecologia da pessoa humana”
22. Evangelizadores e educadores porque testemunhas
Perguntas

Conclusão

23. O Pentecostes, fundamento da “nova evangelização”
24. A “nova evangelização”, visão para a Igreja de hoje e de amanhã
25. A alegria de evangelizar

19/08/2011


19/08/11

Praça de Cibeles repleta para receber Bento XVI

Organização espera milhares de jovens para as boas-vindas ao Papa em Madrid

Centenas de milhares de jovens estão reunidos desde as primeiras horas de hoje na Praça de Cibeles, centro de Madrid, para participarem na celebração de boas-vindas a Bento XVI na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2011.
A poucas horas do evento, os participantes ensaiam cânticos, dançam e assistem a projeções de vídeo, enquanto procuram o melhor lugar para ver o Papa, que seguirá desde a Nunciatura até à Porta de Alcalá, pouco antes da emblemática praça.
Bento XVI vai plantar uma oliveira neste primeiro encontro com os jovens, junto à porta, para criar “um sinal visível do enraizamento que é o lema destas jornadas”, indica o guia das celebrações litúrgicas publicado pelo Vaticano.
Bento XVI chegou à capital espanhola às 12h00 (menos uma em Lisboa) e vai encontrar-se com os jovens vindos de mais de uma centena e meia de países a partir das 19h15, atravessando a referida porta, na Praça da Independência, acompanhado pelo arcebispo de Madrid, cardeal Rouco Varela, e por 50  jovens representantes dos cinco continentes, a caminho da Praça de Cibeles.
Esta porta monumental, mandada construir pelo rei Carlos III, servia no século XVIII como entrada a todos os que ali chegavam, provenientes do resto da Europa.
Apesar das várias estradas cortadas e de uma greve parcial do Metro de Madrid, os jovens continuam a acorrer em grande número ao local, onde a animação começou às 14h00.
Na Porta de Alcalá, Alberto Ruiz-Gallardón, presidente do município de Madrid, vai entregar as chaves da cidade ao Papa.
Segue-se um pequeno momento de oração, no qual vão ser lembrados “todos os perseguidos por causa do evangelho”, para além dos “pobres e marginalizados”, os que “não têm casa nem trabalho” ou os que “passam fome e sede”.
Esta é a terceira visita de Bento XVI a Espanha, após as passagens por Valência (2006), Santiago de Compostela e Barcelona (2010).
Trata-se também da terceira viagem do atual Papa à cidade que acolhe as JMJ, depois de Colónia (Alemanha, 2005) e Sidney (Austrália, 2008).
A JMJ 2011 decorre desde terça-feira e até domingo, na capital espanhola, onde são esperados mais de um milhão de peregrinos, a quem se vai juntar o Papa Bento XVI, nos últimos quatro dias do maior evento juvenil organizado pela Igreja Católica.
O portal Agência ECCLESIA está a acompanhar 26ª edição da Jornada Mundial da Juventude com uma onde além de notícias atualizadas se inclui a  criada para o evento, bem como vídeos e ligações para as emissões em direto de televisão e rádio.


O Papa denunciou hoje as injustiças por motivos religiosos que vitimam os cristãos, durante o primeiro  que proferiu em Espanha, onde até domingo participa na Jornada Mundial da Juventude (JMJ).
“Há muitos que, por causa da sua fé em Cristo, são vítimas de discriminação, que gera o desprezo e a perseguição, aberta ou dissimulada, que sofrem em determinadas regiões e países”, afirmou o Papa no aeroporto de Barajas, em Madrid, minutos depois de chegar à capital espanhola.
Bento XVI criticou também as ideologias que querem afastar os jovens de Cristo, “privando-os dos sinais da sua presença na vida pública e silenciando mesmo o seu santo Nome”, tendo apelado aos fiéis para se manterem firmes na fé.
“Volto a dizer aos jovens, com todas as forças do meu coração: Que nada e ninguém vos tire a paz, disse o Papa, que apelou a um testemunho dos católicos “sem ocultar a própria identidade cristã, num clima de respeitosa convivência com outras legítimas opções e exigindo ao mesmo tempo o devido respeito pelas próprias”.

O discurso lembrou os problemas experimentados pelos jovens, nomeadamente a “dificuldade de encontrar um trabalho digno”, a perda de emprego ou um estatuto laboral “muito precário”, enquanto que outros “precisam de prevenção para não cair na rede das drogas, ou de uma ajuda eficaz, caso desgraçadamente já tenham caído nela”.

A intervenção salientou os objetivos da viagem à capital espanhola: “Venho aqui para me encontrar com milhares de jovens de todo o mundo, católicos, interessados por Cristo ou à procura da verdade que dê sentido genuíno à sua existência”.
A pertença religiosa “revigora os jovens e abre os seus olhos para os desafios do mundo onde vivem, com as suas possibilidades e limitações”, frisou o Papa, que aludiu à “superficialidade”, “consumismo” e “hedonismo imperantes”, bem como à “banalidade na vivência da sexualidade”, “egoísmo” e “corrupção”.
Os jovens “sabem que, sem Deus, seria difícil afrontar estes desafios e ser verdadeiramente felizes”, afirmou Bento XVI, depois do discurso de boas vindas proferido pelo rei Juan Carlos.
O encontro, assinalou o Papa, constitui para os jovens “uma ocasião privilegiada para colocar em comum as suas aspirações, trocar reciprocamente a riqueza das suas culturas e experiências” e “animar-se mutuamente num caminho de fé”, no qual, ressaltou, “não estão sozinhos”.
Depois de salientar que a JMJ traz uma “mensagem de esperança” que traz “confiança face ao amanhã da Igreja e do mundo”, Bento XVI disse que é “urgente” ajudar os jovens a “permanecerem firmes na fé e a assumirem a maravilhosa aventura de anunciá-la e testemunhá-la abertamente com a sua própria vida”.
Os organizadores da 26.ª JMJ, que se realiza sob o lema “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”, aguardam mais de um milhão de peregrinos, entre os quais se incluem cerca de 12 mil portugueses

Bento XVI recusa educação utilitária e desafia professores a serem exemplares para os alunos

«Quando a mera utilidade e o pragmatismo imediato se erigem como critério principal, os danos podem ser dramáticos»


Bento XVI na basílica de São Lourenço do Escorial. 19-08-2011
Bento XVI alertou hoje para os perigos de um ensino superior baseado exclusivamente no utilitarismo, tendo desafiado os professores universitários a serem exemplares para os alunos e a procurarem a verdade com humildade.
“Quando a mera utilidade e o pragmatismo imediato se erigem como critério principal, os danos podem ser dramáticos: desde os abusos duma ciência que não reconhece limites para além de si mesma, até ao totalitarismo político que se reanima facilmente quando é eliminada toda a referência superior ao mero cálculo de poder”, sublinhou.
As afirmações foram proferidas esta manhã na basílica de São Lourenço do Escorial, a 50 km de Madrid, perante 1500 jovens docentes do ensino superior inscritos na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), provenientes de instituições católicas espanholas e de outros países.
A “genuína ideia de universidade” evita a “visão reducionista e distorcida do humano”, integrando “um ideal que não deve ser desvirtuado por ideologias fechadas ao diálogo racional, nem por servilismos a um lógica utilitarista de simples mercado, que olha para o homem como mero consumidor”, frisou.

Na  proferida no mosteiro do século XVI, “testemunho eloquente” de uma “vida de oração e estudo”, o Papa salientou que a universidade deve continuar a ser “a casa onde se busca a verdade própria da pessoa humana” e recordou que não foi “uma casualidade” ter sido a Igreja a promovê-la.

Os professores, vincou Bento XVI, têm a “honra e a responsabilidade” de transmitir um ideal recebido dos “mais velhos, muitos deles humildes seguidores do Evangelho e que, como tais, se converteram em gigantes do espírito”.
“Devemos sentir-nos seus continuadores, numa história muito diferente da deles mas cujas questões essenciais do ser humano continuam a exigir a nossa atenção convidando-nos a ir mais longe”, disse o Papa no interior do monumento em cuja cripta estão enterrados os reis de Espanha.
O discurso, proferido após a saudação do arcebispo de Madrid, cardeal Rouco Varela, e de um estudante, ressaltou a importância da “exemplaridade que se exige de todo o bom educador”, apelou aos professores para serem “estímulo e fortaleza” para os estudantes e acentuou que o ensino “não é uma simples transmissão de conteúdos, mas uma formação de jovens”.
O termo “verdade”, utilizado 15 vezes na tradução portuguesa da alocução, pontuou a intervenção do Papa, que insistiu na necessidade de a procurar através da “inteligência e do amor, da razão e da fé”, ainda que ela esteja “para além” do alcance do ser humano.
“Podemos procurá-la e aproximar-nos dela, mas não possuí-la totalmente; antes, é ela que nos possui a nós e estimula”, referiu, acrescentando que “a humildade é também uma virtude indispensável, pois protege da vaidade que fecha o acesso à verdade.”
Os organizadores da 26.ª JMJ, que se realiza até domingo sob o lema “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”, aguardam mais de um milhão de peregrinos, entre os quais se incluem cerca de 12 mil portugueses.

JMJ


Praça de Cibeles repleta para receber Bento XVI

Organização espera milhares de jovens para as boas-vindas ao Papa em Madrid

Centenas de milhares de jovens estão reunidos desde as primeiras horas de hoje na Praça de Cibeles, centro de Madrid, para participarem na celebração de boas-vindas a Bento XVI na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2011.
A poucas horas do evento, os participantes ensaiam cânticos, dançam e assistem a projeções de vídeo, enquanto procuram o melhor lugar para ver o Papa, que seguirá desde a Nunciatura até à Porta de Alcalá, pouco antes da emblemática praça.
Bento XVI vai plantar uma oliveira neste primeiro encontro com os jovens, junto à porta, para criar “um sinal visível do enraizamento que é o lema destas jornadas”, indica o guia das celebrações litúrgicas publicado pelo Vaticano.
Bento XVI chegou à capital espanhola às 12h00 (menos uma em Lisboa) e vai encontrar-se com os jovens vindos de mais de uma centena e meia de países a partir das 19h15, atravessando a referida porta, na Praça da Independência, acompanhado pelo arcebispo de Madrid, cardeal Rouco Varela, e por 50  jovens representantes dos cinco continentes, a caminho da Praça de Cibeles.
Esta porta monumental, mandada construir pelo rei Carlos III, servia no século XVIII como entrada a todos os que ali chegavam, provenientes do resto da Europa.
Apesar das várias estradas cortadas e de uma greve parcial do Metro de Madrid, os jovens continuam a acorrer em grande número ao local, onde a animação começou às 14h00.
Na Porta de Alcalá, Alberto Ruiz-Gallardón, presidente do município de Madrid, vai entregar as chaves da cidade ao Papa.
Segue-se um pequeno momento de oração, no qual vão ser lembrados “todos os perseguidos por causa do evangelho”, para além dos “pobres e marginalizados”, os que “não têm casa nem trabalho” ou os que “passam fome e sede”.
Esta é a terceira visita de Bento XVI a Espanha, após as passagens por Valência (2006), Santiago de Compostela e Barcelona (2010).
Trata-se também da terceira viagem do atual Papa à cidade que acolhe as JMJ, depois de Colónia (Alemanha, 2005) e Sidney (Austrália, 2008).
A JMJ 2011 decorre desde terça-feira e até domingo, na capital espanhola, onde são esperados mais de um milhão de peregrinos, a quem se vai juntar o Papa Bento XVI, nos últimos quatro dias do maior evento juvenil organizado pela Igreja Católica.
O portal Agência ECCLESIA está a acompanhar 26ª edição da Jornada Mundial da Juventude com uma onde além de notícias atualizadas se inclui a  criada para o evento, bem como vídeos e ligações para as emissões em direto de televisão e rádio.

08/08/2011

Não fostes vós que me escolhestes...

Aconteceu!
Vivemos o Tabor na casa de formação das Servas Franciscanas Reparadoras, em Moçambique. Pelas dez horas da manhã, acolhemos com alegria efusiva o celebrante Frei Evódio João, Custódio dos Frades Menores em Moçambique. Com ele estavam também frei Amaral, Frei Henrique, Frei Paulo, Padre Hilário e Padre Francisco.
Ao som do batuque e dum ritmo bem festivo, acolhemos as três irmãs que imitiriam os seus votos na celebração Eucarística. Foram a Irene, a Verónica, do Quénia  e a Arminda de Moçambique. A capela da comunidade foi pequena apara acolher todos os que quiseram participar neste momento tão fraterno e simples, mas tão íntimo! 
Porque são as primícias deste tempo e desta hora, quisemos mesmo que tudo fosse marcado pela simplicidade fraterna. O ritual deu o toque dessa simplicidade, pois quisemos não fugir à norma da Igreja, porque a solenidade mais profunda virá na caminhada de uma fidelidade constante, ao fazer perpetuamente a sua entrega definitiva dentro da Congregação que hoje as acolhe com muito amor e com elas quer fazer um caminho novo marcado pela perfeição e pela santidade de vida.
As tendas para saborear a refeição fraterna foram postas no claustro da comunidade. O tempo estava fresco, a chuva prometia uma visita, mas as nuvens souberam conter-se e não foram capazes de se esborralhar. Mas o senhor vento esse, tinha um assobio fino e as mangas do hábito não atrapalharam, pelo contrário, souberam muito bem.
É bem certo aquilo que nos diz o salmo: como é bom e agradável viverem juntos os irmãos...
O  convite do Mestre a saborear a Sua presença, é atual. Ele pede-nos para subir com Ele ao monte, para aí experimentarmos a Sua doçura. Apresenta-nos um caminho, por vezes tortuoso, mas com Ele nada há que temer. Parecia estarmos mesmo no monte da Transfiguração. A calma, o silêncio, a alegria e o brilho de quem se sente encantado era a marca de um momento inesquecível.
Sabem e se a vida em algumas situações se torna mais escura, a Luz do Tabor, virá brilhar de novo e iluminar os caminhos dos que seguem o Senhor incondicionalmente, porque Ele é a nossa única herança.
Senti que a Congregação estava unida neste momento tão forte e carregado de esperança. Foi um salto em quantidade, esperamos que a qualidade seja também possível concretizar-se ao longo da caminhada vocacional das três jovens postulantes, das cinco noviças e das três professas. Respirar um ambiente intercontinental na mistura de culturas, é uma riqueza que só quem experimenta sabe apreciar.
Como Deus é bom para connosco! Celebrar a vida e a vocação das irmãs é maravilhoso. Sejamos em cada dia fortes, firmes e fieis ao convite, à provocação que Ele nos faz em cada gesto e em cada sinal do Seu Amor que é Eterno.

05/08/2011

Entrada no Postulantado

Um Caminho

Olá?
Somos um espaço a iniciar um caminho novo.
Uma página de partilha....
 Mesmo longe, as pequenas coisas do nosso dia a dia, passam a estar convosco.
Um caminho... À procura de uma vida mais perfeita, seguindo as pegadas do Mestre vamos descobrindo aos poucos a riqueza de um Carisma que se experimenta na vida fraterna, das  dez formandas que acalentadas pelo testemunho das irmãs se preparam para seguir de mais perto Jesus Cristo Pobre e Crucificado....
Um caminho.... Vidas que se doam... Cristo que se descobre... No sol escaldante de África, vive-se a riqueza da Palavra e a água da Vida que imana da oração, da partilha e do amor...
Acompanhem-nos nesta caminhada...